sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Antes de ser criada Liga já está rachada


A Liga de Futebol anunciada ano passado, quando dezenas de Presidentes de clubes se reuniram para organiza-la e deter os direitos de organização do Campeonato Brasileiro a partir de 2025. Até então o movimento tinha adesão de 40 cibes das séries A e B. Então os cinco times paulistas e mais o Flamengo assinaram acordo com a CSK – Codajas Sports Kapital para formatar a entidade.

Sendo assim já são dois movimentos: o primeiro com todos os dirigentes unidos pelo mesmo objetivo e o segundo com cinco clubes se mobilizando junto uma empresa particular.

E o problema acabou gerando uma reunião em que dois dirigentes travaram uma discussão dura e acalorada: Guilherme Bellintano (Bahia) e Mario celso Petraglia (Atlético do Paraná), que acabou esfriando a reunião, tudo motivado por propostas para a compra os direitos da Série A.

Em fevereiro de 2021, a Codajas e a LiveMode/1190 apresentaram propostas para uma parceria com  modelos diferentes. A Codajas a formatação da estrutura da organização e a promessa de captar dinheiro no mercado por meio do BTG. A LiveMode/1190 com garantia de investimento de US$ 800 milhões por 20% da liga, embora sem apresentar o investidor.

Houve debates posteriores , mas forma desorganizada e a Liga tem funcionado de forma fragmentada com grupos de clubes que se reúnem com interesse em comum. Neste cenário, a Codajas apresentou propostas para todos os clubes, mas poucos marcaram reuniões presenciais: Corinthians, Santos, Palmeiras, São Paulo, Red Bull Bragantino e Flamengo .

A Codajás tem seis meses para criar o estatuto, a governança da Liga enquanto o BTG procura por investidores para comprar um percentual da Liga.

Sentindo-se excluídos outros clubes estão formando um novo bloco com: América (MG), Atlético (GO), Athletico (PR), Avaí, Ceará, Coritiba, Cuiabá, Fortaleza, Goiás e Juventude.

Se entendemos corretamente, há um racha na liga, porque os  dirigentes deste grupo reclamam de transparência.

Essa tese é confirmada por um dirigente de clube que diz que as discussões se tornaram fragmentadas, com grupos menores e não todos os 20 times.

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