O torcedor palmeirense deve ter orgulho do time que disputou o mundial da Fifa. Nada de caça as bruxas ou campanha contra Luan na internet. Não só ele, mas todos os jogadores que estiveram nos Emirados Árabes Unidos, são heróis, mostraram para o mundo a grandeza do Palmeiras, a importância de jogar no clube mais vencedor e mais organizado do Brasil
Os milhares de torcedores presencialmente mostraram a alegria de ser palmeirense, como dizia Joelmir Beting, “explicar a emoção de ser palmeirense, a um palmeirense, é totalmente desnecessário. E a quem não é palmeirense... é simplesmente impossível”.
Não é momento de crucificar o zagueiro Luan, porque ele não colocou a mão na bola intencionalmente, e sim ela bateu na mão dele, porém essa nova regra esdruxula da FIFA, que só interessa aquele amontoado de peça de museu que comanda a entidade, prejudicou não só o Palmeiras mas o futebol num todo, no mundo todo.
Da mesma que formou um mar verde na despedida do time de São Paulo, a torcida tem que repetir na chegada e com muito mais orgulho, porque o Verdão enfrentou o Chelsea de igual para igual, não levou goleada como diziam profissionais torcedores travestidos de jornalistas e ex jogadores dublê de comentaristas da pior qualidade.
A torcida que canta e vibra, foi participou, fez festa, antes, durante e deve fazer depois, porque o Palmeiras foi gigante. Se tem de haver alguma cobrança, não pode ser ao elenco, mas quem dispensou jogadores importantes na hora errada, exterminou departamentos, não se esforçou para dar respaldo ao treinador das necessidades que ele necessita.
Na vitória ou na derrota, em qualquer divisão, com ou sem mundial, é hora de comemorar, bater no peito e dizer, “ cabeça fria, coração quente, nossa história é limpa, Palmeiras até morrer. Contra tudo e contra Todos. Todos Somos um. Avante Palestra
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