Tite não é mais técnico da Seleção
O técnico Tite assinou sua rescisão de contrato com a CBF nesta terça feira e a entidade da Barra da Tijuca já está procurando um substituto. Com Tite, deixam a seleção brasileira os auxiliares Cléber Xavier, César Sampaio e Matheus Bacchi (filho de Tite), o preparador físico, Fabio Mahseredjian; o fisiologista Guilherme Passos; o Diretor de Seleções Juninho Paulista e os analistas de desempenho Thomaz Koerich e Bruno Baquete.
Foram seis anos e meio, com Tite no comando técnico da seleção brasileira, duas copas perdidas consecutivamente, e em 2022 de maneira trágica, com muitos erros do Treinador, especialmente nas convocações
A entidade iniciou, oficialmente, a busca pelo novo comandante. A CBF tem preferência por estrangeiros, com sonhos distantes e nenhuma unanimidade. O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, encontra dificuldade, porque ele quer um nome com status de "inquestionável" e de preferência, que fale português ou espanhol.
Todas as opções até agora consultadas não aceitaram: o espanhol Pep Guardiola (Manchester City) e o italiano Carlo Ancelotti (Real Madrid) não estão disponíveis, Guardiola inclusive não demonstrou interesse, "já lhes disse que é impossível", disse o agente do treinador; Ancelotti quer cumprir o contrato no Real até 2024; o português Paulo Bento não quis nem conversar; Abel Ferreira (Palmeiras), já reiterou várias vezes que não quer
O único nome que com certeza se for consultado poderá aceitar é Jorge Jesus, mas não goza de prestígio de grande parte dis dirigentes e mídia
E os brasileiros?
A opção é por estrangeiros, mas caso não consiga, a CBF já se pronunciou sobre os brasileiros que estão na mira, pela ordem de preferência: Fernando Diniz (Fluminense), Dorival Júnior (sem clube), Mano Menezes (Internacional), Rogério Ceni (São Paulo).
Foto divulgação: Fernando Diniz, o brasileiro preferido da CBF

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