Políticos querendo mídia, entram na bolea do caminhão do vizinho
A CPI em fase de instalação para investigar a Máfia das Apostas de Futebol, (Operação Penalidade Máxima), já começou errada. Os deputados vão convocar Fernando Cesconetto e Cyro Terra Peres, promotor e procurador-geral do Ministério Público de Goiás, Hugo Jorge Bravo, presidente do Vila Nova, que denunciou o esquema.
Até aí normal, se o erro dessa lista de nomes não estivesse, gente que não foi citada no esquema, nem mesmo envolvidos como Gabriel Menino (Palmeiras), indicado pelo Deputado Federal Luciano Vieira (PL/RJ), e mais presidentes de Fluminense, Flamengo, Botafogo, São Paulo, América-MG, Náutico, Ceará, Avaí, Red Bull Bragantino, Coritiba, Cuiabá, Juventude, Internacional, Fortaleza, Ceará e Santos; os ministros Flávio Dino (Justiça) e Ana Moser (Esporte), o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, representantes de diversas casas de apostas, Ednaldo Rodrigues (presidente da CBF), Wilson Seneme (presidente da Comissão Nacional de Arbitragem) e Salmo Valenti (Presidente da Associação Nacional dos Árbitros do Futebol), Anderson Daronco (arbitro), André Rizek, que em 2005, denunciou a Máfia do Apito. Todos eles indicados por vários outros deputados caroneiros.
Uma forma de ganhar likes, vils, mídia, aparecer como Arautos da Justiça. Na verdade, quem realmente tem que ser ouvido nesta CPI, são os jogadores envolvidos e afastados: Eduardo Bauermann, Richard, Nino Paraíba, Matheus Gomes, Fernando Neto, Gabriel Tota, Igor Cariús, Paulo Miranda, Victor Ramos, Moraes e Kevin Lomonaco.
#cpi #mafia #penalidademaxima #jogadores camarafederal #jogafores #arbitros #presidentes #clubes #mpgo #vilanova #lucianovieira #futebol #cbf #fifa #viral

Nenhum comentário:
Postar um comentário