A homossexualidade não é crime nem parâmetro para medir caráter
Em sua coluna do portal Uol, a jornalista Mily Lacombe descreve a presença de mais de 100 jogadoras lésbicas na Copa do Mundo de Futebol Feminino. Um texto correto, perfeito e que retrata a realidade do esporte no mundo.
E concordamos com ela, pois o que importa neste contexto é a competência dentro de campo e não a vida particular de cada pessoa.
O curioso é que um jornalista homossexual de um outro órgão de imprensa, nojento que não merece ter seu nome citado, fez duras críticas a Mily Lacombe, taxando-a de uma série de coisas, dizendo que " futebol foi feito para machos".
Hipócrita, porque além de ser LGBT, esconde a verdade, justamente porque no futebol masculino o número é infinitamente maior: jogadores, treinadores, dirigentes, torcedores, na calada da noite deixam a chuteira para calçar o salto alto.
A diferença é que os integrantes do futebol masculino são falsos. E poderíamos nominar aqui dezenas deles, mas no dia seguinte, seríamos exterminados, mas que existe, isso é fato
E não é crime. Lésbicas, gay, bissexual, transexual, queer, e todas as outras letras da sigla é um estado de vida que ninguém tem que meter a colher, como diz o ditado " não jogue pedra no telhado do vizinho se o seu é de vidro"
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