Ontem eu gravei um short e disse que a Presidente do Palmeiras, Leila Pereira, está usando um método não muito comum no jornalismo esportivo. A Presidente marcou uma entrevista coletiva só com mulheres.
Não sabemos a pauta, até acreditamos que pode ser alguma coisa interessante para as mulheres, uma homenagem, quem sabe? Mas porque só mulheres?
Eu disse e contínuo dizendo que isso chama-se "segregação" e eu não gosto, principalmente porque é semelhante a um período da nossa história que quem viveu não foi feliz.
Hoje, jornalista Milly Lacombe em sua coluna do portal Uol disse que " Por que essa histeria? Uma única reunião de duas horas no máximo em que vocês terão que olhar pelo buraco da fechadura e contar com a nossa perspicácia para fazer perguntas. Depois tudo volta ao normal. Vocês poderiam tentar se acalmar?"
Não tem histerismo nenhum. Não existe isso. O que estamos cobrando é uma questão de igualdade, visto que, as mulheres hoje, ocupam papel preponderante em várias camadas da sociedade.
Não existe histerismo, existe a cobrança de uma ação que a própria Presidente disse ano passado, sobre o machismo no futebol.
Não existe histerismo, mas a igualdade de direito que Leila Pereira, tanto cobra dos dirigentes do futebol.
Se o futebol é machista como Leila disse, repetidas vezes, ela acabou de criar o feminismo, e eu vou continuar dizendo que está errado, e você Milly deveria mudar alguns conceitos, porque passa uma impressão de bipolaridade.
O histerismo que você escreveu na sua coluna, é sua sua conivência com atitude errada e se calar e ainda criticar os colegas.
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