domingo, 17 de março de 2024

Racismo e homofobia não combinam com esporte


 

Ano passado num jogo contra o Londrina a torcida do Brusque (SC) entoou cantos homofóbicos contra o atacante londrinense Peu.

Na mesma série B de 2023 em Recife na partida Sport x Guarani na Ilha do Retiro, um grupo de torcedores, fez gestos homofóbicos para o jogador do alvo verde de Campinas Gustavo França.

Em várias partidas da Copa Libertadores de 2023, com times da Argentina, tanto dentro como fora do Brasil, houve situações de racismo e homofobia.

Na Espanha, Vinícius Junior vem sofrendo com o racismo exacerbado, há alguns meses, de torcedores de vários clubes da La Liga

Ontem no Fla x Flu no Maracanã, a torcida do Flamengo, também cantou músicas homofóbicas para jogadores do Fluminense e o sistema de auto falantes do Maracanã, precisou intervir.

O jogador de vôlei de praia Anderson Melo
denunciou ataques homofóbicos durante partida do Circuito Brasileiro na etapa de Recife. E aqui o caso foi mais além, porque
foram postados vídeos na internet ofendendo o  carioca.

Não adianta emitir nota lamentado o ocorrido, tem que punir, prender, processar, expulsar do esporte

A lei 7.716 de 05/01/1989 no seu artigo 20, que versa sobre homofobia, prevê  reclusão de um a três anos e multa.

A mesma lei no caput que sobre racismo, prevê reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos e multa.

Mas quando essa lei será cumprida?
Quando as autoridades espanholas vão se manifestar com o que acontece com Júnior?
E a justiça Argentina, também vai ficar calada?
E a FIFA quando vai agir?

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