quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Gandes emoções

Evidente que um jornalista esportivo tem grandes emoções, entrevista personalidades. Mas eu, Graças a Deus pude conviver com grandes emoções, já que durante oito anos trabalhei em três emissoras de rádio do Rio de janeiro, (Fluminense, Capital e Bandeirantes), escrevi para o Correio Luso Brasileiro e para a Revista do Futebol do estado do Rio de Janeiro. Nesse período conviví com inúmeras personalidades, alguns ídolos. A lista é enorme, mas pelo menos alguns ficaram na minha memória para sempre.

Artur Antunes Coimbra (Zico). Tanto dentro, como fora do campo, o Galinho de Quintino sempre foi  mesmo, sério, correto, sincero e pudemos fazer uma amizade quando cobri o Flamengo em 1987 pela rádio Capital.

Roberto Dinamite. Jamais me esquecerei minha primeira matéria com ele, pela rádio Capital, na semana que antecedeu o clássico contra  o Flamengo em 1986, na final do estadual. 

Airton Senna. Era mau maior sonho, conhece-lo pessoalmente  e aconteceu em São Paulo, no grande prêmio de 1990, quando Senna conseguiu a pole. Minha entrevista com ele, foi emocionante, porque eu jamais poderia imaginar que um dia estaria cara a cara com aquele que era meu maior ídolo no automobilismo.

Bernard Hasjman. Durante minha permanência no Rio não pude conversar com aquele que para mim foi um dos maiores jogadores de vôlei que eu vi atuar. Mas a entrevista foi acontecer quando ele compareceu à posse do presidente do Nova Friburgo Country Clube Luiz Fernando Bachini, em Nova Friburgo, onde eu passava férias.

Aurélio Miguel. Outra grande emoção na minha vida. O judoca acabara de chegar da olimpíada e a rádio Bandeirantes escalara Fábio Tubino para ir entrevista-lo na chegada. Só que o Tubininho como era conhecido adoeceu e quem foi recepcionar Aurélio Miguel. Eu. E fiz uma entrevista belíssima.

André Lacé. Eu nunca gostei muito de capoeira, mas tive que fazer uma matéria com ele, quando ele autografou seu livro. Aquilo que seria uma simples matéria, virou uma  página inteira e eu acabei me tornando amigo dele.

José Roberto Right. Em São Paulo, quando fui chefe de torcida, pude ver de perto nomes como. Dulcídio Wanderley Boschilla, Roberto Nunes Morgado, José de Assis Aragão, Olten Aires de Abreu, Dalmo Bozano, etc, mas nunca tinha conversado abertamente com um árbitro da Fifa. Isso só foi acontecer, antes da copa do mundo de 1990, quando a Revista do Futebol do Estado do Rio de Janeiro, fez matéria sobre a arbitragem brasileira.

Mario Jorge Lobo Zagalo. Foi uma das piores experiências que já tive até o momento. Faltavam poucos dias para a viagem da seleção brasileira para a copa do mundo de 1994. O time treinava em Teresópolis e eu fui até lá para conversar com Zagalo. Depois de esperar mais de duas horas o treinador saiu com a seguinte frase “ só atendo hoje a Globo, imprensa menor só amanhã”, disparou Zagalo.

Jorge Mendonça. Eu o ví jogando, da arquibancada, nunca pude conversar pessoalmente com ele, quando Jorge Mendonça estava no campo, mas ele sempre foi um dos meus ídolos no futebol. Só pude ter contato ao vivo com ele, ano passado, no campeonato brasileiro, quando ele lançou seu livro. Foi  emocionante , porque pude estar lado a lado com aquele que durante mais de duas décadas, deu vários títulos ao Palmeiras, meu time do coração.

Evair Paulino. Ele sempre foi na minha opinião, um exemplo de raça e amor à camisa, nos últimos 20 anos. Sua passagem pelo Palmeiras, foi das mais profícuas. Eu sempre gostei do futebol dele, e fiquei muito emocionado em estar lado a lado com ele, na véspera da final do brasileiro de 1994 contra o Corinthians. aproveitei a oportunidade, para colocar Evair no ar pela rádio Tupi do Rio, onde eu fazia free-lancer.









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