segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

Ídolo tem que ser preservado


 Que o povo brasileiro tem memória curta, não é novidade, somos uma nação sem memória, e esquecemos facilmente de brasileiros célebres, principalmente no mundo do futebol.

O principal esporte do país é uma fábrica de ídolos, que em atividade são endeusados, príncipalnente pela mídia, mas quando encerram a carreira são esquecidos, exceto aqueles que dão sorte de integrar equipes esportivas.

Infelizmente também os dirigentes no Brasil tem  dificuldade de se despedir de ídolos. Há uma gama de personagens que mereciam reconhecimento.

As injustiças hoje, são maiores que a justiça e não precisamos ir longe para perceber. As mais recentes são Fernando Prass, pego de surpresa com o final de seu contrato no Palmeiras. Esse mesmo Palmeiras cometeu mais três ao dispensar Felipe Melo, Jailson e William.

Não adianta cerimônia de agradecimento,  placa comemorativa, camisa emoldurada, coquetel, é muito pouco.

Temos alguns nomes que merecem no mínimo um jogo de despedida: Fernando Prass, Roberto Carlos, Cafu, Romário, Roberto Dinamite, Bebeto, Edmundo, Evair, Paulo Nunes, Kaká, Rai, Rivelino, Pele, Serginho Chulapa, Júnior Baiano, Renato Gaúcho, Rogério Ceni, Jorginho, Falcão, Dunga, Clodoaldo, e muitos outros.

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