Luxemburgo, Felipão, Cuca e Mano Menezes, os quatro maiores vencedores estão desempregados
Não é ético fazer julgamento
premeditado, pois biblicamente falando, “ quem julga hoje será julgado amanhã”.
Mas o que está acontecendo no futebol nacional desde 2019 é desmoralização, falta de
respeito, desprezo, desrespeito com os
profissionais brasileiros, que até então eram os melhores do mundo.
A onda iniciada no Flamengo
com Jorge Jesus, seguiu depois no mesmo clube com Domenec Torrente (Espanha),
que abou dispensando o Espanhol e contratando posteriormente Rogério Ceni e Renato
Gaúco. E aí, outros clubes começarama romaria com: Jesualdo Pereira (Portugal),
Dudamel (Venezuela), Miguel Angel Ramirez (Espanha), Gustavo Florentin (Paraguai),
Jorge Sampaoli (Argentina), Gustvo Moríniga (Argentina), Abel Ferreira (Portugal); Juan Pablo Vojvoda
(Argentina), Diego Aguirre (Uruguai)
Surgem então, vários
dirigentes taxando os treinadores da nossa terra de “desatualizados, ultrapassados,
desinformados, envelhecidos e por aí vai” e a mídia acompanha esse pensamento
mesquinho e mal agradecido.
O tempo passou. Os campeonatos
de 2019 e 2020 acabaram e os clubes foram trocando de treinadores, até que para
a jornada de 2021, aprovaram uma regra de apenas duas trocas durante a
temporada e no início de 2022 já derrubaram essa regra.
Com essa tese absurda, de
desvalorização brasileira, o que é muito comum na terra descoberta por Pedro
Alvarez Cabral, dezenas de antes “salvadores da lavoura”, estão desempregados,
como: Renato Gaúcho, Luiz Felipe Scolari, Mano Menezes, Cuca, Jorginho, Galo,
Jair Ventura, Zé Roberto, Fernando Diniz, Vagner Mancini, Lisca, Eduardo
Barroca, Marcelo Chamusca, Doriva, Leonardo Jardine, Silvinho, Fábio Carile,
entre outros. Decepcionante esse pensamento, observando-se que os quatro
primeiros nomes são os maiores vencedores do Brasil, Luxemburgo, Felipão, Cuca
e Mano Menezes.
Chegamos em 2022. Os insucessos
na temporada passada, resultou na demissão de vários treinadores, recomeçou a corrida
por estrangeiros. O Cruzeiro abre a fila dispensando Vanderley Luxemburgo que
roeu o osso dois anos e chama o uruguaio Paulo Pezzzolano; o Botafogo faz o
mesmo com Barroca e chama o português Luiz Castro; outro português também no
Flamengo, Paulo Souza; o argentino Alexander Medina assume o Internacional;
Sport, Fortaleza e Coritiba, renovam respectivamente com Gustavo Florentin,
Juan Pablo Vojvoda e Gustavo Morínigo. E por fim o Corinthians depois de se
humilhar com Luiz Castro, Paulo Fonseca, Sergio Conceição e Rubem Amorin,
contrata Vitor Pereira (o que restou), outro português. Da mesma forma o Santos
que deve definir nas próximas horas entre o português Renato Paiva (Independiente
Del Valle), e o argentino Fabián Bustos (Barcelona de Guayaquil).
E ainda tem gente insensata,
fazendo apologia da demissão de Tite da Seleção Brasileira , para colocar Jorge
Jesus ou Abel. Uma escória. O Brasil ganhou 05 mundiais sem estrangeiros, Copa
América, diversos torneios internacionais, somos o futebol mais premiado do
planeta.